São Francisco do Brejão, 12 de Dezembro de 2018

Academia João-lisboense de Letras empossa professoras

Academia João-lisboense de Letras empossa professoras

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DANIELA SOUZA

Correio Popular ITZ

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A socióloga Maria Natividade e a pedagoga Herli Carvalho foram imortalizadas ao receber a posse na Academia João- lisboense de Letras. Além das professoras, mais 23 membros e da primeira diretoria, com oito integrantes, receberam a posse. O evento ocorreu no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de João Lisboa (Sintejol) na noite do último sábado (24).  


A Academia foi criada ano passado, no dia 27 de abril, após 56 anos de emancipação. Em um texto reflexivo, ressaltando a importância da instituição, Edmilson Sanches escreveu que a cidade necessitava desse espaço. “João Lisboa merecia sua Academia -- até mesmo a partir do seu nome, uma homenagem ao maranhense João Francisco Lisboa, que integra a Academia Brasileira de Letras (ABL) como patrono da Cadeira nº 18, por escolha de seu primeiro ocupante, o escritor, educador, jornalista e estudioso da literatura brasileira José Veríssimo, paraense de Óbidos, considerado o principal idealizador da criação da ABL.” 


Ao todo, 40 cadeiras devem ser ocupadas, mas faltava 25 serem preenchidas. A professora Herli de Sousa Carvalho é a cadeira nº. 24, patronato (madrinha) da professora, historiadora e ativista dos direitos humanos Maria Beatriz do Nascimento; já a Maria Natividade Silva Rodrigues ocupa a cadeira de nº 36, patronato da escritora, romancista e professora Maria Firmina dos Reis.  


As professoras têm forte atuação enquanto pesquisadoras. Além de professora, Herli Carvalho é coordenadora do curso de Pedagogia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), centro de Imperatriz, membro do grupo de pesquisa Alcântara Maranhão (Alma); a professora Natividade é socióloga e é conhecida por suas pesquisas sobre a escritora Maria Firmino dos Reis.  


Como forma de homenageá-los a todos os empossados, Sanches finalizou o momento com o seguinte trecho: “A Academia João-lisboense de Letras é lugar de gente ocupada. Todos os seus membros trabalham, têm suas atividades, além da prática e/ou do gosto pelas coisas e causas da Cultura, da Arte, da Literatura. São professores, comunicadores, gestores, empresários e empreendedores, servidores públicos, entre outros afazeres. Pessoas ocupadas são as mais indicadas para realizar “novas” tarefas... pois, as outras, não têm tempo -- o “otium sine dignitate” consome talento e horas e disposição”.  

Publicada em: 27/11/2018 | Por: Carlos

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